O sobrado, também conhecido como Casa ou Prédio dos Arcos, ocupa toda uma quadra, delimitada pala Praça Cel. José Bittencourt, antiga Praça do Mercado, pelas ruas Barão Homem de Mello e Profa. Dilfa Muniz e pelo Beco dos Arcos. Dos balcões, que se abrem para a praça e para a Rua Barão Homem de Mello, se contemplam o Jaguaripe, a Ponte Eunápio Pelthier de Queiroz e um trecho da cidade, que se desenvolveu na margem oposta do rio. O prédio integra o Centro Histórico da cidade. Edifício, de relevante interesse arquitetônico, desenvolvido em dois pavimentos em dois pavimentos e recoberto por telhado de quatro águas com terminações em cornija. Sua planta, em forma de trapézio, é construída, no térreo, por salas que se abrem para a galeria de arcos que envolvem três lados do edifício e, no andar superior, funcionam a secretaria da Cultura, Turismo e Comunicação, Biblioteca Pública Anísio Melhor, Biblioteca Infantil Denise Fernandes Tavares e Arquivo Público prof. Bem-Wilson Brito de Souza.O antigo andar nobre é vazado por 50 janelas rasgadas, em arco pleno, com caixilharia em losangos e guarda-corpo em serralharia. Alguns cômodos do mesmo pavimento conservam forros planos em madeira e o piso assoalhado primitivo, enquanto outros tiveram seus tabuados revestidos de cimento. No térreo, algumas lojas mantêm o pavimento de lajota de barro. Nada restou do mobiliário original. A data de construção deste edifício, cujos caracteres tipológicos são de meados do século XX. Sua construção teria sido iniciada por um português de sobrenome Guimarães, mas sua conclusão se deve a Joaquim Pofírio de Souza, rico senhor de escravos.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Sobrado dos Arcos
O sobrado, também conhecido como Casa ou Prédio dos Arcos, ocupa toda uma quadra, delimitada pala Praça Cel. José Bittencourt, antiga Praça do Mercado, pelas ruas Barão Homem de Mello e Profa. Dilfa Muniz e pelo Beco dos Arcos. Dos balcões, que se abrem para a praça e para a Rua Barão Homem de Mello, se contemplam o Jaguaripe, a Ponte Eunápio Pelthier de Queiroz e um trecho da cidade, que se desenvolveu na margem oposta do rio. O prédio integra o Centro Histórico da cidade. Edifício, de relevante interesse arquitetônico, desenvolvido em dois pavimentos em dois pavimentos e recoberto por telhado de quatro águas com terminações em cornija. Sua planta, em forma de trapézio, é construída, no térreo, por salas que se abrem para a galeria de arcos que envolvem três lados do edifício e, no andar superior, funcionam a secretaria da Cultura, Turismo e Comunicação, Biblioteca Pública Anísio Melhor, Biblioteca Infantil Denise Fernandes Tavares e Arquivo Público prof. Bem-Wilson Brito de Souza.O antigo andar nobre é vazado por 50 janelas rasgadas, em arco pleno, com caixilharia em losangos e guarda-corpo em serralharia. Alguns cômodos do mesmo pavimento conservam forros planos em madeira e o piso assoalhado primitivo, enquanto outros tiveram seus tabuados revestidos de cimento. No térreo, algumas lojas mantêm o pavimento de lajota de barro. Nada restou do mobiliário original. A data de construção deste edifício, cujos caracteres tipológicos são de meados do século XX. Sua construção teria sido iniciada por um português de sobrenome Guimarães, mas sua conclusão se deve a Joaquim Pofírio de Souza, rico senhor de escravos.
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